A liminar estabelece prazo de 48 horas para que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), analise o requerimento de prorrogação.
Caso não haja manifestação, a extensão pode ser efetivada automaticamente, conforme entendimento defendido por parlamentares da minoria.
Na mesma linha, o deputado Cabo Gilberto (PL-PB) criticou o que classificou como tentativa de encerrar a investigação.
“Parabéns ao ministro André Mendonça por não se curvar à omissão e nem ao jogo de blindagem que tentou enterrar a CPMI.
Enquanto alguns dentro do sistema trabalham para proteger poderosos, a decisão deixa claro que a Constituição não pode ser sequestrada por manobras e silêncio conveniente”.
“Ao reconhecer o direito de investigação e determinar o processamento da prorrogação da CPMI, reafirma-se que a democracia não pode ser silenciada por omissões”, declarou.
Para o deputado Zé Trovão (PL-SC), a decisão representa avanço direto nas apurações.
Para o deputado Zé Trovão (PL-SC), a decisão representa avanço direto nas apurações.
“André Mendonça obrigou Alcolumbre a prorrogar a CPMI do INSS.
Vitória importante para a investigação do maior crime contra os idosos deste país”, pontuou.
“Um trabalho sério, conduzido com dedicação, não pode terminar em ‘pizza’.
A decisão do ministro André Mendonça ao reconhecer a omissão e determinar que se prorrogue a CPMI do INSS é um recado claro: ainda há fatos a esclarecer e responsabilidades a apurar”, concluiu.
A decisão de Mendonça reabre o impasse sobre a duração dos trabalhos e coloca a condução da comissão novamente no centro do embate entre oposição e aliados do governo.
Com a determinação do STF, parlamentares favoráveis à prorrogação avaliam que a comissão ganha novo fôlego para avançar na coleta de provas e na elaboração do relatório final.
Fonte: https://oantagonista.com.br/brasil
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