Em depoimentos prestados à PF (Polícia Federal) em 2025, ele afirmou que o empresário Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, pagava mesadas a Lulinha em troca de acesso a órgãos de saúde do governo Lula para a venda de produtos ligados ao canabidiol. As defesas de Camilo e de Lulinha negam as acusações.
Os advogados do delator apresentaram em fevereiro deste ano uma petição ao ministro André Mendonça, relator do caso no STF.
No documento, afirmam que ele foi ouvido pelas autoridades no âmbito das investigações da chamada Operação Sem Desconto e forneceu informações consideradas relevantes para a investigação.
Segundo a defesa, após prestar depoimento, o delator passou a sofrer exposição indevida, agravada por vazamentos de informações sobre suas declarações.
Segundo a defesa, após prestar depoimento, o delator passou a sofrer exposição indevida, agravada por vazamentos de informações sobre suas declarações.
Os advogados também relatam indícios de que imagens dele e de familiares, especialmente de sua filha, teriam sido retiradas de redes sociais e compartilhadas com terceiros.
Na petição, a defesa sustenta que a preservação da integridade física e psicológica do delator é necessária não apenas para sua proteção pessoal, mas também para garantir a continuidade das investigações de forma segura.
Na petição, a defesa sustenta que a preservação da integridade física e psicológica do delator é necessária não apenas para sua proteção pessoal, mas também para garantir a continuidade das investigações de forma segura.
A petição sustenta ainda que, nesse contexto, a preservação de sua integridade física e psicológica é necessária para garantir que a elucidação dos fatos ocorra de forma segura e eficaz.
O delator relata que chegou a receber a oferta de inclusão em um programa estatal de proteção a testemunhas, mas avaliou que as condições exigidas seriam excessivamente restritivas.
O programa pode incluir medidas como preservação de identidade, mudança de domicílio e restrição de contatos pessoais e profissionais.
Segundo ele, essas medidas implicariam alterações profundas em sua vida pessoal, familiar e profissional.
Segundo ele, essas medidas implicariam alterações profundas em sua vida pessoal, familiar e profissional.
O ministro André Mendonça autorizou a adoção de medidas de proteção. No entanto, segundo o próprio delator relatou à CNN, não houve avanço nas tratativas com a Polícia Federal.
Fontes da PF afirmaram que o órgão não negocia formatos específicos de proteção e que a testemunha precisa aderir aos programas previstos em lei.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/blogs/caio-junqueira/politica


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