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Governo vê armadilha para Messias em dosimetria

Governistas foram pegos de surpresa com a decisão do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), de pautar para apreciação no Parlamento do veto do presidente Lula à redução de pena dos condenados pelo 8 de janeiro de 2023. 

São duas as certezas entre os apoiadores do petista: que o veto vai cair e que a questão vai parar no Supremo Tribunal Federal (STF), endereço pleiteado por Jorge Messias (AGU), que atuou contra os envolvidos na quebradeira em Brasília.

Aquele é outro

Messias, que ajuizou quase 40 ações cobrando grana preta dos arruaceiros, vai ter a dura missão de convencer que é isento no caso.

Esquenta

Até entre aliados do AGU o clima não é de otimismo. A apreciação do veto, reivindicação da oposição, será um dia após a sabatina de Messias.

Ausência sentida

O assunto nos corredores do Senado nesta quinta (9) foi o jantar para Messias na noite anterior. Alcolumbre fez questão de não dar as caras.

Tacacá no STF

Quem organizou o regabofe para Jorge Messias, o Bessias, indicado de Lula para o STF, foi um conterrâneo pouco conhecido de Davi Alcolumbre, senador Lucas Barreto (PSD).

Ficou chato

O clima não é dos melhores no Supremo, com o julgamento do mandato tampão para o Governo do Rio de Janeiro. 

É que já tem decisão do TSE sobre isso e três dos ministros efetivos da Justiça Eleitoral são do STF.

A ficha do distinto

Relator da indicação de Jorge Messias, Weverton Rocha (PDT-MA), amigo pessoal do “Careca do INSS”, está na lista de indiciados no relatório da CPMI do INSS. Também é usuário de jatinhos de Vorcaro.

Governistas na lista

Três senadores do PSD assinaram o pedido de CPI para investigar relações de ministros do STF com o Master, assim como dois do PSB, partido do vice Geraldo Alckmin: Jorge Kajuru (GO) e Flávio Arns (PR).

Pendurado na brocha

Edegar Pretto agora espera para ver se e onde vai ser encostado por Lula. Deixou a chefia da Conab para disputar o governo do Rio Grande do Sul, mas Lula mandou cancelar tudo: o PT apoiará o PDT no Estado.

Tomado e devolvido

Vale tudo mesmo em ano eleitoral. A grana que o governo vai liberar para reduzir o endividamento dos trabalhadores, cerca de R$7 bilhões, é dos próprios trabalhadores. Vem do confisco mensal do FGTS.

Tipo INSS

O senador Rogério Marinho (PL-RN) denunciou tentativa do governo de financiar sindicatos autorizando parceria com os pelegos para “apoiar” pescadores a receber o seguro-defeso. A proposta acabou rejeitada.

Tapete puxado

Marina Silva, que já tomou rasteira do PT, não aprende: a vaga para disputar o Senado já começa a subir no telhado. 

Outro ex-ministro de Lula, Márcio França (PSB), quer a vaga na chapa petista em São Paulo.

Pensando bem...

...tem astronauta retornando à Terra e País indo pro espaço.

Fonte: https://diariodopoder.com.br/coluna-claudio-humberto

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