Lembro-me bem, o que bradava a esquerda, quando o então presidente Bolsonaro zerou os impostos sobre os combustíveis na tentativa de reduzir os impactos das altas, que incidiriam sobre os produtores.
Quero aqui pontuar algumas situações, sem entrar no mérito da questão.
Sabemos perfeitamente que foi uma medida extrema, porém necessária para reduzir os custos da produção.
O que mais tarde se confirmou como sendo uma medida acertiva e eficaz.
No entando, os governadores de Estados, principalmente os opositores de Bolsonaro, partiram pra cima e fizeram uma gritaria enlouquecida, dizendo que seus estados não suportariam reduzir o ICMS e que todos quebrariam.
No entando, os governadores de Estados, principalmente os opositores de Bolsonaro, partiram pra cima e fizeram uma gritaria enlouquecida, dizendo que seus estados não suportariam reduzir o ICMS e que todos quebrariam.
Resultado: não quebraram e meses depois o ICMS foi reestabelecido e tudo voltou à normalidade.
Hoje, 6 anos depois deste fato ocorrido, aparece Requião Filho pré-candidato ao governo do Paraná, então critico ferrenho da medida adotada pelo presidente Bolsonaro, e, propõe zerar o ICMS para Micros e Pequenas Empresas do estado paranaense.
E que fique bem claro, não somente sobre os combustíveis, mas sim, no âmbito geral de toda a cadeia de circulação de marcadorias e serviços no Estado.
Isto me parece de uma irresponsabilidade descomunal. Se colocar como pré-candidato e sair por aí pregando isenção de impostos para todos os setores da economia, produção e serviços é algo no mínimo imprudente para quem se propõe a governar o estado com responsabilidade.
Requião Filho é pré-candidato ao governo pelo PDT, e tenta abranger o apoio de toda a casta esquerdista formada por PSB, PT, PV, PCdoB, PCB, PSOL, no Paraná.
Requião Filho teria dados concretos sobre os impactos e consequências da redução ou isenção do ICMS para Micros e Pequenos empresários e para a economia do Paraná?
Ou se é somente mera retórica eleitoral como geralmente a esquerda faz, visando somente ganhar a eleição e o estado e seus provedores que se explodam no pós pleito.
Como fez seu pai Roberto Requião de Mello e Silva com os Pedágios no Paraná.
Lembram?
Ou abaixa ou acaba!
Nem baixou e nem acabou.
Não passou de fútil retórica eleitoral emendada por Requião que é especialista em lacrar criar factóides as vésperas de eleições para minar forças e desestabilizar seus adversários, visando contabilizar eleitoralmente.
Cabe a nós paranaenses nos opormos a métodos mirabolantes que sabemos bem, não serão colocados em prática depois da eleição.
Dica
Sérgio Moro, candidato que lidera com folga todas as pesquisas para o governo do Estado e tem como Provável vice na chapa majoritária o Ex-Presidente da FIEP, Edson Vascolcelos, bem que poderia mandar fazer um levantamento e antecipar aos paranaenses a possibilidade e a viabilidade ou não de zerarmos o ICMS para Micros e Pequenas Empresas do Paraná, evitando-se assim, que mais uma vez os aloprados, desta vez (Requião pai e filho), consigam ludibriar os eleitores paranaenses e se aproveitem deste momento de fragilidade para vencer a eleição.
Por Milton Oro


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