Na linguagem diplomática, é sinal de desprestígio confirmar reunião de chefe de governo apenas na véspera.
O governo petista se apressou e divulgou o encontro, certamente por razões eleitorais, antes de Trump confirmar que o receberia.
Afinal, caso o encontro novamente fosse cancelado, Lula poderia retemperar o velho discurso contra o “imperialismo” e proclamar “soberania”.
A audiência anterior já havia sido cancelada em cima da hora pela Casa Branca, sob alegação de que Trump tinha muito a fazer.
Na ocasião, o ditador Nicolás Maduro seria preso e os EUA começariam com Israel a atacar a ditadura do Irã.
Nada oficial
A própria Presidência da República contou à imprensa que a reunião era uma “previsão”, sem garantir que ocorreria.
Memória
O primeiro encontro oficial dos dois foi em outubro de 2025, na cúpula de países do Sudeste Asiático (Asean), na Malásia.
Esbarrão
Será a primeira em território americano desde que se esbarraram no corredor de acesso ao plenário da Assembleia-Geral das ONU, em Nova York.
Química rápida
O encontro rápido entre Lula e Trump nas Nações Unidas ficou conhecido pela tal “química” citada gentilmente pelo americano.

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