Passados três dias da prisão do vereador Senival Moura (PT), o partido de Lula enrola, enrola, e não abre qualquer processo de desligamento do criminoso.
O petista foi preso por integrar esquema de lavagem de dinheiro do PCC por meio da empresa de ônibus Transunião.
Ele mandava na empresa, mas prestava obediência ao PCC, facção classificada como terrorista pelos EUA.
O caso mostra, de forma clara, por que o PT tem dificuldade de combater gangues como o PCC.
Empurra com a barriga
O PT limitou-se a anunciar que encaminharia caso à comissão de ética, mas sem presa ou qualquer sinal de ruptura clara com o ativista preso.
Mão em cumbuca
A investigação revela que o PCC condenou Senival à morte, por desviar R$15 milhões do seu indicado para presidir a Transunião.
Quem rouba ladrão...
Senival acabaria “perdoado” pela facção, em razão do seu capital e influência política. Afinal, é filiado ao partido do presidente da República.
Estabilidade no PT
Mesmo preso, Senival influi no PT. Em 2014, em escândalo semelhante, seu irmão foi expulso do PT, ele, não. Há 12 anos não era incomodado.


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