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Margem Equatorial não rende ‘dividendos’ esperados: Teimosia de Alcolumbre em apoiar Lula e proteger ministros do STF o fez desidratar, emagrecer, secar.

O clima entre aliados do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), é de frustração ao analisar o desenrolar da campanha eleitoral no Amapá. 

Havia expectativa de que o anúncio da exploração da Margem Equatorial impulsionasse candidatos apoiados pelo senador, o que as pesquisas não indicam acontecer. 

Candidata ao Senado, Rayssa Furlan (Podemos), esposa de Dr. Furlan, adversário político de Alcolumbre, aparece na liderança na pesquisa Doxa (AP-03045/2026) de ontem (22).

Apelos ignorados

A desidratação de Alcolumbre, avaliam os aliados, não é recente. Há desgaste com a resistência em pautas tipo impeachment no STF.

Não é de hoje

Há ainda relatos de uma certa “ressaca” com a CPMI do INSS, que percorreu um rosário até ser instalada e teve a prorrogação negada.

Bajuladores sumiram

Apoiadores de Alcolumbre tentaram bandeiraço quando a oposição levou ato pelo impeachment de Alexandre de Moraes a Macapá. Foi um fiasco.

Mendonça devastador

Profundamente religioso, o ministro do STF André Mendonça acabou por demonstrar que nem sempre se deve oferecer a outra face. 

Em reação devastadora a Alexandre de Moraes, que o denunciou com base em “relatórios” em que consta a advertência de que não têm valor probatório.

Ilegalidade inútil

Mendonça destacou que os tais relatórios “foram pedidos ilegalmente e são inúteis” para instruir acusações de Moraes (“abuso de poder” e “improbidade”), em ato que ele define como “leviano e irresponsável”.

Agora quer ver

Não ficou por aí. O ministro que pagou preço elevado por não impedir a Polícia Federal de fazer o seu trabalho, pediu acesso ao HD com as conversas de Vorcaro com Moraes ao qual jamais teve acesso.

Blitz

Foi no Rio de Janeiro: candidato a deputado federal teve um quadro apreendido pelo TRE. 

A ação foi publicada nas redes sociais de Flávio Bolsonaro. Motivo? O item tem a imagem de Jair Bolsonaro estampada.

Máquina de lorotas

Ronaldo Caiado (PSD) não aguentou as lorotas de Lula na ONU sobre combate à corrupção. 

“Só faltou explicar por que até hoje ninguém pagou pelo escândalo dos aposentados. E o Lulinha? E o Jaques Wagner?”.

Reforço paulista

Cleitinho (Rep) vai ganhar reforço na disputa pelo governo de Minas Gerais. O governador Tarcísio de Freitas, correligionário e candidato à reeleição em São Paulo, vai gravar material para campanha do senador.

Emergência providencial

A dias da eleição, o governo Lula descobriu uma “urgência” de R$64,3 milhões para ações em comunidades indígenas. 

A grana saiu por crédito extraordinário, reservada para gastos urgentes e imprevisíveis.

Reincidente

Já são 15 as vezes em que Flávio Bolsonaro (PL) bate à porta do TSE para cobrar ação contra Lula, que ele acusa de abusar da estrutura do governo para uso eleitoral. Sem surpresa, raramente rende punição.

Pergunta na ONU

É mais caro manter Lula lá fora ou segurar aqui dentro?

Fonte: https://diariodopoder.com.br/coluna-claudio-humberto

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