No julgamento definitivo da ADPF 165, sobre expurgos inflacionários dos planos econômicos, entre eles o Plano Collor, e garantiu aos bancos o direito de aplicar calote nos grandes depositantes, mas ficou estabelecido, em acordo, que cerca de 200 mil famílias restantes receberiam os valores devidos. Só que não.
Passa-moleque
Entidades que negociaram na AGU levaram “passa-moleque” de Isaac Ferreira, então presidente da Febraban, e até hoje é só enrolação.
Expectativa
O caso é relatado pelo ministro Cristiano Zanin, que deu razão aos bancos. Flávio Dino pediu vista e o caso deve voltar ao Plenário.
Tudo como antes
O representante da Febraban foi afastado por suas relações com o Master, mas suas manobras protelatórias continuam prevalecendo.
Vem aí
Tem novidade no pix. Contas-salário receberam autorização do Banco Central para ter uma nova funcionalidade, é o “Pix Automático”. A novidade não é para agora, só a partir de julho de 2027.
Olho no relógio
A equipe da campanha de Flávio Bolsonaro adotou espirituoso hábito ao marcar os compromissos do candidato.
Agendas com compromissos são marcadas no minuto “22” da hora, que é o número de Flávio nas urnas.
Rombo é cratera
A oposição na Câmara lembra previsão do Fiscal Monitor do Fundo Monetário Internacional: a gigantesca dívida pública (bruta) do governo vai chegar a 100% do PIB brasileiro, em 2027. Em 2030 será 105,5%.
Bandeira mudou
Auxiliares da campanha de Flávio (PL) já trabalham com a informação de que o tema central da campanha 2026, assunto fundamental para a definição do voto, será a corrupção e não a segurança pública.
Vergonha alheia
Foi vergonha nacional a sessão do STF de ontem, com jeitão de briga de rua, segundo o senador Hamilton Mourão (Rep-SC).
“Assistimos nossa Suprema Corte lavando a sua roupa suja”, registrou o senador.
Orgia palaciana
Lula agora diz que Vorcaro “corrompeu todo mundo” e descreve suas relações na República como “orgia mais orgia”.
Só não contou o detalhe da história: também recebeu o banqueiro no Palácio do Planalto.
Não se bicam
Coordenador da campanha de Lula no Rio, Quaquá não foi convidado para ato com artistas e reclama que a direção nacional não o ouve “para nada”. Diz ainda que Lula “não ganha um voto” com esse tipo de evento.
Água no chope
Geraldo Alckmin prometeu a empresários superávit de ao menos 0,5% em eventual novo governo Lula.
Três dias depois, Lula chamou de “babaquice” fazer superávit e ter controle fiscal.
Pensando bem…
...cidadão comum não tem R$131 milhões para contratar banca influente no STF.
Fonte: https://diariodopoder.com.br/coluna-claudio-humberto

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