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Fim da escala 6x1 volta a andar no meio da eleição

Senadores desconfiam do movimento de Davi Alcolumbre (União-AP) que resultou na votação surpresa do projeto que pode acabar com a escala de trabalho 6 por 1. 

Parlamentares ouvidos pela coluna contam que o presidente do Senado vai eseprou pacientemente a composição da Casa ser formada, após o primeiro turno da eleição, para definir o que fazer com a proposta, com grande interesse de Lula (PT), que vê possibilidade de providenciais ganhos eleitorais se o texto for aprovado.

Arras

Alcolumbre cumpriu o prometido a Lula e andou com a tramitação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Ainda falta o plenário.

Valioso apoio

Como uma mão lava a outra, a eleição para presidente do Senado, em fevereiro do próximo ano, já deve entrar na fatura.

Caneta mágica

Pronta para andar e ser votada desde o início de setembro, a proposta dependia apenas da boa vontade de Alcolumbre. Começa na terça.

Quebrado

Para o senador Rogério Marinho (PL-RN), “Lula, o PT e o Judiciário quebraram a estabilidade do Brasil, e agora até outras nações estão em alerta por causa disso. Falta segurança. Falta segurança jurídica”, disse.

Só exemplo bom

Lula disse querer limitar que bancos emitam mais de um cartão de crédito por pessoa. Medida idêntica foi tomada... pela ditadura do Irã e pelo Banco Central de Vladimir Putin, na Rússia, após a invasão da Ucrânia, para “segurar” o endividamento nacional.

Lição antiga

Uma das lições do livro Frankenstein envolve o monstro criado pelo cientista: quem dá existência a alguma coisa — seja uma descoberta, tecnologia, criatura, comportamento — responde pelo que ela se torna.

Que eleição é essa?

Os Estados Unidos não fecharam sua embaixada e consulados nem na crise da eleição do Quênia, em 2007, que acabou com a morte de mais de mil pessoas após Mwai Kibaki fraudar a eleição e se manter no poder.

Companheirada

O PT colocou R$ 3,1 milhões nas campanhas de José Dirceu, João Paulo Cunha e Delúbio Soares, todos condenados no mensalão. Lula acrescentou o apoio pessoal: gravou vídeos para Dirceu e Delúbio.

Ficha pesada, bolso cheio

Três condenados no mensalão que disputam a eleição somam R$ 7,58 milhões em patrimônio. José Dirceu informou R$ 4,129 milhões, João Paulo Cunha, R$ 3,203 milhões, e Delúbio Soares, R$ 250,9 mil.

Anomalia

O estrategista político Adriano Canutto avalia que há uma “concentração anômala” de poder entre STF e TSE durante a eleição. O estrategista questiona o alcance de decisões individuais sobre a disputa eleitoral.

De volta

Durou pouco. Na sexta-feira (9), as inconvenientes propagandas políticas de rádio e televisão voltam a aporrinhar o eleitor com o blá blá blá do segundo turno. Segue assim até 23 de outubro.

Pensando bem...

...ainda há risco de terceiro turno no Supremo.

Fonte: https://diariodopoder.com.br/coluna-claudio-humberto

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