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Moraes manda PGR se manifestar sobre pedido de Bolsonaro por visita de Flávio

O Ex-presidente quer visita do filho antes do fim da suspensão de 90 dias imposta após descumprimento de medida cautelar

ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou nesta terça-feira, 6, a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestar sobre o pedido da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a respeito do regime de visitas durante a prisão domiciliar humanitária.

Na segunda, 5, Bolsonaro pediu a Moraes que antecipe o restabelecimento do regime normal de visitas.

Os advogados querem a retomada nos moldes anteriormente estabelecidos por Moraes, observadas as condições de ingresso, fiscalização e segurança vigentes.

Se esse pedido principal não for atendido, os advogados solicitam autorização excepcional para uma única visita do senador e candidato do PL a presidente, Flávio Bolsonaro (RJ), de natureza “exclusivamente familiar“, antes de 11 de outubro, quando termina a suspensão específica de 90 dias imposta ao filho.

Em 13 de julho, Moraes proibiu Flávio Bolsonaro de visitar o pai por 90 dias, após o senador divulgar nas redes sociais uma carta escrita pelo ex-presidente. 

Quatro dias depois, o ministro suspendeu por 30 dias todas as visitas a Bolsonaro, com exceção de advogados e profissionais de saúde, e proibiu qualquer visita com finalidade político-eleitoral até o fim das eleições.

Em agosto, Moraes voltou a autorizar encontros, mas manteve a exigência de autorização prévia para a maior parte dos visitantes, a proibição de visitas com finalidade político-eleitoral e preservou o veto específico a Flávio, cujo prazo termina em 11 de outubro.

“Ao longo do cumprimento da prisão domiciliar humanitária, o Peticionário se encontra submetido a sucessivas restrições ao exercício do direito de visita, determinadas no mês de julho do corrente ano. 

Desde então, transcorreu período significativo sem notícia de episódios que justificassem a manutenção de restrição extraordinária à convivência do Peticionário com familiares e demais pessoas de seu círculo pessoal”, afirmam os advogados.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou nesta terça-feira, 6, a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestar sobre o pedido da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a respeito do regime de visitas durante a prisão domiciliar humanitária.

Na segunda, 5, Bolsonaro pediu a Moraes que antecipe o restabelecimento do regime normal de visitas.

Os advogados querem a retomada nos moldes anteriormente estabelecidos por Moraes, observadas as condições de ingresso, fiscalização e segurança vigentes.

Se esse pedido principal não for atendido, os advogados solicitam autorização excepcional para uma única visita do senador e candidato do PL a presidente, Flávio Bolsonaro (RJ), de natureza “exclusivamente familiar“, antes de 11 de outubro, quando termina a suspensão específica de 90 dias imposta ao filho.

Em 13 de julho, Moraes proibiu Flávio Bolsonaro de visitar o pai por 90 dias, após o senador divulgar nas redes sociais uma carta escrita pelo ex-presidente. 

Quatro dias depois, o ministro suspendeu por 30 dias todas as visitas a Bolsonaro, com exceção de advogados e profissionais de saúde, e proibiu qualquer visita com finalidade político-eleitoral até o fim das eleições.

Em agosto, Moraes voltou a autorizar encontros, mas manteve a exigência de autorização prévia para a maior parte dos visitantes, a proibição de visitas com finalidade político-eleitoral e preservou o veto específico a Flávio, cujo prazo termina em 11 de outubro.

O pedido da defesa de Jair a Bolsonaro, agora, ocorre um dia depois da confirmação de que Flávio vai disputar o segundo turno da eleição presidencial com o presidente Lula (PT). O filho do ex-presidente foi o mais votado no primeiro turno.

"Ao longo do cumprimento da prisão domiciliar humanitária, o Peticionário se encontra submetido a sucessivas restrições ao exercício do direito de visita, determinadas no mês de julho do corrente ano. Desde então, transcorreu período significativo sem notícia de episódios que justificassem a manutenção de restrição extraordinária à convivência do Peticionário com familiares e demais pessoas de seu círculo pessoal”, afirmam os advogados.

“Consideradas as circunstâncias atuais e o lapso temporal já transcorrido, entende-se que não mais se mostra necessária a manutenção de regime excepcionalmente restritivo de visitas, sendo possível o restabelecimento, desde logo, de sua realização nos moldes ordinariamente estabelecidos por essa Relatoria, evidentemente com observância das condições de fiscalização e das demais cautelares vigentes”.

Com a medida, prossegue a defesa, “vislumbra-se tão somente que o Peticionário volte a receber regularmente seus familiares e demais pessoas cuja visita seja admitida, preservando-se dimensão relevante da convivência pessoal e familiar durante o cumprimento da pena, sem qualquer prejuízo às condições de segurança e fiscalização já estabelecidas”.

Moraes só vai decidir após a manifestação da Procuradoria-Geral da República.

Bolsonaro cumpre a pena de 27 anos e 3 meses de prisão à qual foi condenado pelo STF no processo da trama golpista.

Fonte: https://oantagonista.com.br/brasil

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