
De acordo com alerta divulgado pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA), o fenômeno tem potencial para alterar o campo magnético do planeta e afetar o funcionamento de equipamentos tecnológicos.
Este fenômeno, decorrente de emissões recentes de partículas pelo Sol, coloca especialistas em alerta para possíveis falhas operacionais em satélites de navegação e interferências nas comunicações por rádio, sobretudo nas frequências utilizadas pela aviação comercial e setores especializados.
Ao contrário de outros eventos causados por grandes explosões solares, o alerta atual foi motivado por um fluxo de vento solar em alta velocidade.
Essa corrente de partículas carregadas partiu de um buraco coronal, uma área na superfície do Sol onde as linhas do campo magnético se abrem, facilitando o escape dessas partículas em direção ao espaço.
A escala que os especialistas usam é dividida em cinco categorias, sendo o nível G1 os fenômenos de intensidade mais baixa, e o nível G5 os de tempestades severas, com possibilidade de causar impactos maiores.
Neste momento, a previsão é de uma tempestade de intensidade reduzida, porém a movimentação do vento solar seguirá sendo acompanhada por centros de monitoramento.
Contudo, uma intensificação do fenômeno não foi completamente descartada por cientistas.
A escala que os especialistas usam é dividida em cinco categorias, sendo o nível G1 os fenômenos de intensidade mais baixa, e o nível G5 os de tempestades severas, com possibilidade de causar impactos maiores.
Neste momento, a previsão é de uma tempestade de intensidade reduzida, porém a movimentação do vento solar seguirá sendo acompanhada por centros de monitoramento.
Contudo, uma intensificação do fenômeno não foi completamente descartada por cientistas.
Em nova atualização divulgada nesta quinta-feira (5), foi informado pela NOAA que há uma chance reduzida de a tempestade chegar ao nível G2, classificado como moderado, ao decorrer do sábado.
Quais os riscos para satélites, GPS e rádios?
Apesar dos riscos, não existe indicação de um apagão generalizado de internet, telefonia celular ou energia elétrica.
Apesar dos riscos, não existe indicação de um apagão generalizado de internet, telefonia celular ou energia elétrica.
As prováveis consequências deverão ser controladas, especialmente caso a tempestade continue na potência programada.
Caso a tempestade atinja o nível G2, pode haver um leve aumento do arrasto atmosférico sobre equipamentos em órbita baixa, exigindo pequenas manobras de ajuste.
O sinal de GPS também pode passar por oscilações temporárias devido a perturbações na ionosfera, mas isso não impedirá o funcionamento regular de aplicativos de mapas e localização.
Além disso, a NOAA aponta uma chance de 35% para a ocorrência de pequenos apagões nas comunicações por rádio de alta frequência (categorias R1 e R2) na sexta e no sábado, afetando principalmente a parte do planeta iluminada pelo Sol.
O sinal de GPS também pode passar por oscilações temporárias devido a perturbações na ionosfera, mas isso não impedirá o funcionamento regular de aplicativos de mapas e localização.
Além disso, a NOAA aponta uma chance de 35% para a ocorrência de pequenos apagões nas comunicações por rádio de alta frequência (categorias R1 e R2) na sexta e no sábado, afetando principalmente a parte do planeta iluminada pelo Sol.
Eventos de rádio mais severos (R3 ou superior) possuem apenas 10% de probabilidade diária.
Não é necessário desligar aparelhos ou tomar precauções especiais.
No Brasil, a expectativa é de normalidade. Por estar localizado distante dos polos magnéticos, onde as tempestades solares atuam com mais força e geram auroras polares, o país não deve registrar falhas na rede elétrica ou nas comunicações do dia a dia.
No Brasil, a expectativa é de normalidade. Por estar localizado distante dos polos magnéticos, onde as tempestades solares atuam com mais força e geram auroras polares, o país não deve registrar falhas na rede elétrica ou nas comunicações do dia a dia.
Apenas empresas que operam com radiocomunicação e navegação especializada devem manter o acompanhamento preventivo dos boletins da NOAA.
Fonte: https://www.bemparana.com.br/noticias/parana

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