São comuns, inclusive, as dúvidas a respeito das doenças, já que os sintomas podem ser semelhantes em casos de resfriados e gripes, por exemplo.
A imunização é o principal recurso para enfrentar o rigor climático, enfatiza o secretário estadual da Saúde, César Neves. “A primeira grande dica é a vacinação.
A imunização é o principal recurso para enfrentar o rigor climático, enfatiza o secretário estadual da Saúde, César Neves. “A primeira grande dica é a vacinação.
Entendemos que a imunização é uma forma efetiva de evitarmos ou mesmo mitigarmos os efeitos de várias infecções respiratórias, salvaguardando as populações mais vulneráveis”, afirmou.
Resfriado – Causado por vírus como o rinovírus, apresenta sintomas leves como coriza e dor de garganta. A recuperação ocorre entre dois e quatro dias e a febre é um sintoma raro.
Gripe (Influenza) – Infecção respiratória aguda mais intensa. Caracteriza-se por febre alta súbita, mal-estar e dor no corpo. A recuperação leva cerca de sete dias, mas a fadiga pode persistir.
Covid-19 – Apresenta manifestações que variam de leves a críticas. Os sinais mais comuns são febre, tosse e fadiga, sendo a falta de ar (dispneia) um indicativo de alerta imediato para busca de atendimento médico.
Rinite alérgica – Doença crônica não transmissível. Causa espirros e irritação na garganta após contato com agentes alergênicos (mofo, poeira), não provoca febre.
Sinusite: É a inflamação dos seios paranasais (cavidades da face próximas ao nariz). Ocorre quando o fluxo de muco nessas regiões é interrompido.
Pode ser aguda (com dor na face e febre) ou crônica, quando a tosse e a cacosmia (alteração no olfato) se destacam.
Ao contrário da gripe, a dor costuma ser localizada no rosto e a congestão nasal é muito intensa.
“Em caso de sintomas efetivos, como tosse, coriza, febre elevada ou mesmo calafrios, é fundamental procurar uma unidade de saúde para que o diagnóstico e o tratamento ocorram o quanto antes”, reforça Neves.
Vacinação e prevenção
A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza continua em vigor no Paraná até o fim de maio.
Vacinação e prevenção
A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza continua em vigor no Paraná até o fim de maio.
Desde o início da campanha, no final de março, até a primeira dezena de maio foram aplicadas mais de 1,5 milhão de doses do imunizante no Paraná, sendo mais de 759 mil em idosos com mais de 60 anos e 150 mil em crianças entre 6 meses e 6 anos, principais faixas etárias suscetíveis ao agravamento da doença.
A meta é imunizar 90% dos grupos prioritários, que incluem crianças de 6 meses a menores de 6 anos, idosos com mais de 60 anos e gestantes.
O Estado possui uma estrutura com 1.850 salas de vacinação nos 399 municípios.
A orientação é que a população procure a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima para atualizar a caderneta antes da intensificação do frio, tanto para a Influenza quanto para a Covid-19.
Além disso, a vacina contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) também está à disposição para gestantes a partir da 28ª semana de gestação, sem restrição de idade materna.
A orientação é que a população procure a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima para atualizar a caderneta antes da intensificação do frio, tanto para a Influenza quanto para a Covid-19.
Além disso, a vacina contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) também está à disposição para gestantes a partir da 28ª semana de gestação, sem restrição de idade materna.
Medidas de higiene e prevenção
Além da vacina, a Secretaria da Saúde recomenda a intensificação de medidas de etiqueta respiratória para evitar a transmissão.
A diretora de Atenção e Vigilância em Saúde da Sesa, Maria Goretti David Lopes, reforça que pequenos hábitos diários são decisivos para conter a circulação viral.
“A prevenção vai além da vacina, ela passa pela nossa rotina. É fundamental manter os ambientes ventilados, mesmo no frio, e reforçar a higienização das mãos.
Se houver sintomas, a etiqueta respiratória e o isolamento temporário são os atos de maior cuidado que podemos ter para proteger quem está ao nosso redor e evitar a sobrecarga dos serviços de saúde”, afirma a diretora.
Confira medidas simples e eficazes que ajudam a reduzir a transmissão de vírus respiratórios e evitar agravamentos:
Higiene das mãos: lavar frequentemente com água e sabão ou utilizar álcool gel 70%.
Confira medidas simples e eficazes que ajudam a reduzir a transmissão de vírus respiratórios e evitar agravamentos:
Higiene das mãos: lavar frequentemente com água e sabão ou utilizar álcool gel 70%.
Etiqueta respiratória: cobrir nariz e boca ao tossir ou espirrar e usar lenços descartáveis.
Ventilação: manter ambientes arejados, mesmo nos dias frios.
Cuidados Pessoais: não compartilhar objetos como talheres e copos; evitar contato próximo com pessoas com sintomas; e manter hábitos saudáveis, como boa alimentação e ingestão de líquidos.
Ventilação: manter ambientes arejados, mesmo nos dias frios.
Cuidados Pessoais: não compartilhar objetos como talheres e copos; evitar contato próximo com pessoas com sintomas; e manter hábitos saudáveis, como boa alimentação e ingestão de líquidos.

0 Comentários